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Galp consolida aposta no upstream e acelera transição para renováveis e distribuição de gás

A Galp, terceira maior produtora de oléo e gás do Brasil, participa da edição da Rio Oil & Gas 2022, de 26 a 29 de setembro, no Boulevard Olímpico, cujo principal destaque é a participação de seu CEO mundial, Andy Brown, um dos grandes especialistas mundiais em geopolítica do petróleo.

A Galp pretende consolidar o seu crescimento na região do pré-Sal da Bacia de Santos, acelerando simultaneamente a sua expansão nas energias renováveis e a diversificação do seu portfólio de atividades no Brasil, com a entrada no segmento de comercialização de gás natural e a avaliação de oportunidades na cadeia de valor do hidrogênio verde.

Todas essas informações poderão ser conferidas na participação dos executivos da empresa, que se apresentarão em palestras do congresso e em eventos paralelos ao longo da programação, como também no estande da companhia, localizado no 1° andar do Armazém Kobra/IBP. Outro ponto alto no evento será a Ideation Week, um evento voltado ao público universitário, onde estudantes buscarão soluções para geração de energia e melhora do acesso à energia no Brasil, com foco em soluções híbridas e que unam energias renováveis e gás natural.

Expansão no upstream impulsiona investimentos

Desde o início das suas operações no Brasil, a empresa já contribuiu com mais de 232 milhões de barris para a produção brasileira, gerando cerca de US$ 3,5 bilhões para o país em royalties e taxas de participação. E, para a Galp, o Brasil seguirá como um grande fornecedor de energia nas próximas décadas, o que leva à intensificação de investimentos de longo prazo em projetos promissores, como é o caso da otimização do projeto Tupi/Iracema – o maior campo produtor do Brasil –, o desenvolvimento do campo de Bacalhau, entre outros.

Hoje, o Brasil é o país de maior relevância econômica para a Galp, que já investiu aqui mais de US$ 5 bilhões e prevê aportes da mesma dimensão nos próximos dez anos, à medida que acelera a sua transformação para uma matriz mais sustentável. O upstream no Brasil continua sendo a base da solidez econômica para os investimentos da Galp em novos projetos de energia alternativa de baixo carbono, ou seja, como instrumento a serviço da transformação.

Transição energética: do óleo e gás natural para as renováveis

Se tornar uma empresa de energia neutra em carbono é a meta da Galp até 2050, que está transformando a sua presença no Brasil em função desse objetivo. Um passo importante nesse caminho é o aumento de sua participação no segmento de distribuição de gás natural, combustível essencial para a segurança energética necessária para o desenvolvimento econômico no processo de transição, por se tratar de uma fonte de energia mais estável e flexível, que permite ser alternativa qundo as energias renováveis são escassas.

Após o início da comercialização de gás natural, em janeiro de 2022, a Galp continua, ainda, focada na venda de gás natural para as distribuidoras regionais e seus clientes. A empresa pretende também implementar estratégia integrada entre gás e eletricidade, dois mercados complementares. A exemplo da Bahiagás, em poucos meses a empresa conquistou mais de 30 clientes, que agora se beneficiam de um abastecimento de gás mais competitivo. Para tanto, a Galp celebrou acordos com a Petrobras e a Transportadora Associada de Gás para garantir o acesso às infraestruturas de processamento e transporte, além da comercialização da produção de gás proveniente de Sapinhoá Norte da Repsol Sinopec.

Em renováveis, a Galp é atualmente um dos principais players de energia solar fotovoltaica na península Ibérica e em expansão para a América Latina, com um portfólio combinado de 9,4 GW na Espanha, Brasil e Portugal, dos quais 1,2 GW já em fase de produção. Até 2030 a meta é a de uma capacidade operacional bruta renovável de cerca de 12 GW. A maioria dos parques solares já operam e mais da metade da capacidade de produção em desenvolvimento está no Brasil, com 5,4 GW.

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